segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Palestino atropela e mata quatro soldados israelenses

Pelo menos quatro soldados israelenses foram mortos e 15 ficaram feridos em um ataque feito por um motorista palestino em Al-Quds (Jerusalém).



De acordo com a mídia local, um caminhoneiro palestino correu em direção aos militares perto do assentamento ilegal israelense de Armon Hanatziv. Os feridos foram levado para o hospital. As forças israelenses dizem ter neutralizado o autor do crime.



De acordo com moradores, o motorista do caminhão que transportava um guindaste desviou de seu caminho, acelerou e correu para os soldados.



A polícia israelense não divulgou a identidade do condutor, mas fontes de segurança palestinas anunciaram que poderia ser um habitante do distrito de Jabal Mukaber em Al-Quds.



A polícia israelense explicou que os soldados faziam parte de um grupo de soldados que desceram de um ônibus para chegar ao redor da cidade de Al-Quds.



O Movimento de Resistência Islâmica da Palestina (Hamas) realizou o ataque de retaliação contra os soldados israelenses. "A Intifada Al-Quds não é um evento isolado que já aconteceu. Todas as tentativas de pará-la vão fracassar", disse o movimento palestino em um comunicado.



Por seu lado, o palestino Jihad Islâmica reivindicou que é uma resposta natural dos palestinos aos crimes e violações normalmente cometidos por soldados e colonos contra civis palestinos de Israel e da Mesquita Al-Aqsa em Al-Quds.



Desde outubro de 2015, os territórios palestinos ocupados testemunham intensos confrontos entre israelenses e palestinos, devido à brutalidade do exército israelense e a profanação da mesquita Al-Aqsa por colonos israelenses e forças do regime.



A mesquita de Al-Aqsa é um lugar muito importante para os muçulmanos. O regime de Israel, que é considerado o principal proprietário dos territórios palestinos desde o início da ocupação, sonha destruir a mesquita, a fim de transformá-la em um templo judaico.



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